Petroquímicos e petroleiros aprovam ACT que será assinado pela FUP

Os trabalhadores do Sistema Petrobrás começaram essa semana com assembleias decisivas pelo Brasil. Havia um impasse para a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho, mas, diante do cenário de greve e pressão da categoria, a Vice-presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que conduziu a mediação, apresentou nova proposta (25), que contempla os indicativos da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

O Sindiquímica-PR fechou o calendário de assembleia ontem à noite (29) com aprovação dos indicativos de aceitação da proposta e a suspensão da greve. Segundo o diretor do sindicato, Santiago da Silva Santos, “os próximos passos são construir a defesa do Sistema Petrobrás e trabalhar pela manutenção dos empregos”.

A previsão para a assinatura do ACT é 4 de novembro, em Brasília. Para o Sindiquímica-PR, dois itens são considerados de extrema importância: a garantia que a implantação do turno de 12h nas bases de terra seja feita somente mediante negociação regional entre a Petrobrás e os sindicatos e o compromisso do TST em manter o mesmo teor da proposta de Acordo Coletivo para as subsidiárias e Araucária Nitrogenados.

Para a direção do Sindiquímica, nesta conjuntura essa foi a melhor estratégia adotada na luta pela defesa dos petroquímicos. “Nossa base historicamente é de resistência. Por isso, se hoje nós temos esse Acordo Coletivo, é porque ele veio com muita luta”, completa Santiago.

Fonte: Sindiquímica-PR