A gente não se vê na Globo

A emissora da família Marinho chancela o golpe iniciado com a deposição de Dilma Rousseff

“A gente se vê na Globo”. Com esse bordão, a rede de tevê passa ou tenta passar a impressão de que todos nós, o povo, estamos em sintonia com sua proposta elitista, preconceituosa e fascista.

A Globo, ideologicamente, procura produzir uma lavagem cerebral diária. De 2006 até o presente momento, estendeu seus tentáculos para grande parte da nossa população, pois sob suas rédeas conseguiu até comandar a Justiça brasileira.

Do “julgamento do mensalão” ao “não vai ter Copa”, das “manifestações de junho de 2013” ao “golpe de 2016”, incluídas a “Lava Jato” e a “prisão do presidente Lula”, tudo passou pelo crivo da Globo.

Como combater essa influência cada vez mais forte? Como combater a falta de respeito às culturais regionais? Como combater esse poderio econômico que determina a vida de brasileiros e brasileiras? Como combater esta organização que, em nome de sua ideologia elitista, provoca tantos danos à sociedade? Como combater esse governo golpista temeroso do Temer que aí está, sob a tutela e a serviço da Globo?

Precisamos de no mínimo quatro ações: dizer não às reformas do ensino fundamental ao médio, regulamentar uma lei de mídias, combater as programações de baixo nível e ir para as ruas exigir estas mudanças.

Somente com educação e cultura poderemos combater a lavagem cerebral. Somente com educação e cultura poderemos enfrentar a ideologia elitista, preconceituosa e fascista da Globo e seus malignos efeitos.

Fonte: Carta Capital